Após um desaiuno (sem média-luna) e com "huevo" mexido (só pro Derba), sacamos uma fotita de frente da hospedaria de Vila Amengual, com pano de fundo pra um ventisquero cor turqueza (neve eterna), roncamos as motos e fomos rumo à capital da região e maior cidade da carretera Austral, Coyhaique. Chuva direto pelo percurso, muitas fotos (quando a chuva permitia). Aliás, muitas fotos foram sacadas com a máquina molhada mesmo, pois o momento era só aquele. Na opinião do Derba, não se qualifica a Carretera Austral pelos adjetivos disponíveis no nosso dicionário. Maravilhoso, impressionante, muito lindo, fabuloso.... , esse não definem a carretera. A carretera Austral tem adjetivos próprios, só nela contido. Quem não viu, nem pode imaginar. Quem vê, não sabe definir. Ao meio dia chegamos em Coyaique. Demos almoço para as motos e abastecemos nosso alforge estomacal com um X-quisito (tipo de pão, bife, e abacate). No posto sacamos o “noti” e atualizamos o blog do dia anterior (8º dia). Ocasião, também, que o Guiomar teclou com a família pelo MSN. De repente surge um ciclista, filho do engenheiro civil, Nestor Angelo Faraon, de Chapecó. Isso mesmo, o piá (que não lembro o nome) é da capital oestina catarinense do Brasil. 4 da tarde, sempre rumando ao Sul, fomos até a cidade de Porto Engenheiro Ibañez, onde pegamos o "Ferriboat" para em duas horas, atravessar o lago e alcançar Chile Chico. Isso, as 10 horas da noite, com o sol ainda raiando. Interessante é que nem sabíamos do horário de saída do ferri, e o pegamos exatamente quando chegamos, no momento da partida. E o incrível é que era o único ferri do dia. Na cidade, em busca de pouso, o Guiomar, como sempre, vai atras de hotel. O Derba, camping ou pousada. Entre um hotel de 35.000 pesos e uma hosteria por 7.500 – prevaleceu o achado do Derba. O plano para o dia seguinte, é deixar todas as bagagens na hosteria e ir até Caleta Tortel (uns 600 km ida e volta – de rípio).
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
9º Dia - Vila Amengual - Chile Chico - 307 km
Após um desaiuno (sem média-luna) e com "huevo" mexido (só pro Derba), sacamos uma fotita de frente da hospedaria de Vila Amengual, com pano de fundo pra um ventisquero cor turqueza (neve eterna), roncamos as motos e fomos rumo à capital da região e maior cidade da carretera Austral, Coyhaique. Chuva direto pelo percurso, muitas fotos (quando a chuva permitia). Aliás, muitas fotos foram sacadas com a máquina molhada mesmo, pois o momento era só aquele. Na opinião do Derba, não se qualifica a Carretera Austral pelos adjetivos disponíveis no nosso dicionário. Maravilhoso, impressionante, muito lindo, fabuloso.... , esse não definem a carretera. A carretera Austral tem adjetivos próprios, só nela contido. Quem não viu, nem pode imaginar. Quem vê, não sabe definir. Ao meio dia chegamos em Coyaique. Demos almoço para as motos e abastecemos nosso alforge estomacal com um X-quisito (tipo de pão, bife, e abacate). No posto sacamos o “noti” e atualizamos o blog do dia anterior (8º dia). Ocasião, também, que o Guiomar teclou com a família pelo MSN. De repente surge um ciclista, filho do engenheiro civil, Nestor Angelo Faraon, de Chapecó. Isso mesmo, o piá (que não lembro o nome) é da capital oestina catarinense do Brasil. 4 da tarde, sempre rumando ao Sul, fomos até a cidade de Porto Engenheiro Ibañez, onde pegamos o "Ferriboat" para em duas horas, atravessar o lago e alcançar Chile Chico. Isso, as 10 horas da noite, com o sol ainda raiando. Interessante é que nem sabíamos do horário de saída do ferri, e o pegamos exatamente quando chegamos, no momento da partida. E o incrível é que era o único ferri do dia. Na cidade, em busca de pouso, o Guiomar, como sempre, vai atras de hotel. O Derba, camping ou pousada. Entre um hotel de 35.000 pesos e uma hosteria por 7.500 – prevaleceu o achado do Derba. O plano para o dia seguinte, é deixar todas as bagagens na hosteria e ir até Caleta Tortel (uns 600 km ida e volta – de rípio).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Quem te acompanha nas suas rotas de motocicleta
ResponderExcluir